Quadrilhas juninas de Petrolina são beneficiadas em ação realizada nesta sexta-feira

Quadrilhas juninas de Petrolina são beneficiadas em ação realizada nesta sexta-feira

A Prefeitura de Petrolina está atenta e sensível à situação dos artistas que enfrentam dificuldades neste momento de pandemia. Impossibilitada de realizar eventos presenciais, a classe artística procura se articular e discutir ações junto com a gestão municipal, através da Secretaria Executiva de Cultura, para continuar a levantar a bandeira cultural na cidade.

Um exemplo disso aconteceu nesta sexta-feira (28), quando representantes de quadrilhas juninas do município foram ao Transforma Petrolina receber cestas básicas, que serão entregues aos integrantes desses grupos. Será o segundo ano sem a comemoração do São João por causa da covid-19, e os ensaios das quadrilhas também não estão acontecendo.

José Reginaldo Cavalcante da Silva, que representa a quadrilha junina Balão Dourado, com 31 anos de existência, conta que a entrega de cestas básicas veio em ótima hora. “É uma ação boa, tem muito componente da nossa quadrilha que está necessitando. Sem ter ensaios, a gente está participando de oficinas online para continuar a divulgar as quadrilhas”, afirma.

Outra representante de quadrilhas que quer manter viva a cultura dos grupos juninos é Elisete de Souza, da Junina Explode Coração. Ela conta que a pandemia impediu que os quadrilheiros façam o que mais gostam, mas tem esperança que essa fase vai passar. “Esse é o nosso objetivo, não deixar morrer o movimento junino e das quadrilhas.”

A entrega das cestas contou com a participação do secretário executivo de Cultura, Cássio Lucena, e foi feita pela assessora técnica do Transforma Petrolina, Kátia Carvalho, que ressaltou a importância do apoio municipal para que esses grupos possam continuar a espalhar a cultura junina. “O festival de quadrilhas juninas é um dos maiores espetáculos. Há muitas pessoas por trás trabalhando. A gente está se colocando à disposição para ajudar a não deixar esse movimento morrer”, explicou Kátia.

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